17 de jun de 2010

O Acampamento [CAP. 4]


Pedra.


–Te conheço garota?
– Não, mais ouvir falar de você
–Bem, não me interessa eu quero falar com Isaac
–Calma Felipe, esta tudo bem... – Disse Isaac
–Você mostrou minha brilhante idéia pra essas pessoas? Como ousou?!
–Mais, mais não tinha nenhum problema... Lembra.. mais como, o que esta fazendo aqui? –Exclamou Isaac
– Eu precisava procurar mais casas, na floresta, para viverem unidas com uma só casa, sem saírem de dentro, com a energia dessa pedra, não é perfeito? – Mostrou Felipe olhando para uma pedra com um tom tão diferente, que era complicado identificar a cor mais eu diria que era um violeta tão... Estranho
–Doentio – Murilo disse entre os dentes
–Eu ouvi – Disse Felipe
–Solte a arma, vamos conversar, ai você procura alguém para viver com você, que goste da.. da... Floresta –Me custou a última palavra
–Não vocês vão vir comigo, vamos morar todos juntos, é brilhante!
–Já chega – Exclamou Murilo, levantando a mão empurrou Felipe, que tento dar um tiro mais só se ouviu um tlec tlec, jogou a arma, e o jogou contra o chão.
–WOOOOOOOOOW – bateu palmas Pablo, puf! Às vezes gostaria de mandá-lo ficar quieto.
–Água na pólvora da isso- riu Murilo.
–Você quase levou um tiro seu idiota – Com os olhos regalados eu disse sem perceber como meu rosto estava.
Murilo tinha o corpo razoavelmente forte, o que facilitou a queda de Felipe.
Eu peguei a pedra, totalmente estranha e incrivelmente bonita, saindo de onde eu estava admirando como era diferente e conservava energia que se poderia sentir no ossos só de tocala, coloquei no bolso pra que ninguém veja, e comecei prestar atenção no que estavam conversando
–Aquelas aulas que o papai te deu não foram pra brincadeira – Disse Brenda. Ah ótimo são irmãos, e eu achando que tinha encontrado alguém normal.Orlando parecia que já tinha feito um banheiro improvisado, nele mesmo.
Caminhamos com Felipe tecnicamente dormindo nos ombros de Murilo enquanto o levavam para sei lá aonde, creio q pro próximo posto.Ele acordou, perguntando o que aconteceu, depois de algum tempo entenderam que um pouco mais que alguns copos de bebidas de plantas alucinógenas da isso.
Felipe estava sóbrio agora, pediu desculpas, e Murilo não desgrudava os olhos.
Meus olhos pareciam arder a olhar para o sol refletido em meus óculos..Estava tudo quieto, enquanto mesmo todos olhando para um doido quase bêbado, um nerd tagarela, irmãos diferentes, um motorista borrado, e eu... tonta, creio que com a cena.
Há esta hora meus pais devem estar pensando no grande acampamento planejado em uma reserva com casinhas e grama cortada, eu deveria estar comendo churrasquinho em uma fogueira. puff!
E então no horizonte todo aquele mato sumia, e uma pequena casa, uma pequena cabana estava abandonada no meio da estrada de folhas e terra.
Perfeita para passar o dia, sujo, sem fim, e que nos levou a lugar algum com pessoas sociais, só mais uma casa no meio do nada.
Todos correram para uma casa vazia e sem móveis, suja, mais... Com um telefone.
Fui tocá-lo para ver se não era uma alucinação.

–Funciona, esta funcionando! – Berrou Isaac ao tentar testar o telefone.

Continua...



Autora: Angelica Gempka

Não copiar o texto.





Angel :D