7 de abr de 2010

Noite de verão [cap. 5]


O rio

Maldita voz! Não sabia se vinha somente da minha cabeça, só notei o quanto era real quando vi os olhos de aflição do meu anjo sem escudo.
Meu celular ou mp4 o que seja, nem sequer mais lembrava a diferença entre eles, teria caído na corrida depois do lago, então não deveria ter saído de la o som.
E então sem saída, nós estávamos fechados dentro daquela velha casa, com alguém abrindo a porta, meu coração chegou a garganta quando então abriu a mesma.
Não era ele.
Entrou uma mulher espantada, não muito velha, mais nem tanto nova, com cabelos longos e pretos que beiravam a cintura, pele clara, que parecia tão macia quanto o algodão, e não tão muito alta como eu.
Com uma cara de espanta nos perguntou – o que estão fazendo aqui – ?
Depois de alguns minutos intermináveis de explicação.
 Nos contou brevemente – Veja esse homem, é um doente obcecado, encontrei aquele bilhete rasgado no chão perto do rio e levei para ver de quem era, ele mora aqui perto, já vi varias garotas correndo daquele lugar, não gostaria e nem quero chegar perto daquele lugar ainda por cima com minhas crianças –
Vc tem filhos – ? Perguntei espantada, definitivamente não parecia ser velha.
Sim, sim, veja já estão chegando – E então entraram por aquela casa, 2 jovens rapazes supostamente, da minha idade, um era alto e moreno, e o outro parecia um pouco mais jovem, com cabelos castanhos e um sorriso que me encantou desde o inicio.
Eles vão levar vocês até o rio, como me pediu este jovem, como é mesmo seu nome?— com a face virada ao...—Pode me chamar de Leo disse meu anjo que não quer dizer o nome.
Os dois rapazes nos levaram finalmente ao rio.
Um disse ao outro – Ei Thiago, aonde esta aquela velha canoa que eu achei outro dia? – disse o garoto anônimo com cabelos castanhos.
 Olha Max. Eu acho que coloquei atrás daquela árvore sabe – os dois riram como se fosse uma piada particular dos dois.
Ele não  era mais anônimo.
E mais uma vez, caminhamos pela aquela maldita floresta, chegamos a uma árvore tanto quanto peculiar, com seu tronco que poderia chegar a 100 metros, e grandes folhas meio que verdes com azuis, nunca tinha visto algo parecido.
Sem acreditar, la estava aquela canoa, velha atrás da árvore
Parecia tão grande, me pergunto como eles a levaram até la, Pois bem, pelo tamanho do Thi, como o chamava seu irmão, não me impressiona.
Os dois levaram sem muito esforço até o rio, minha viagem que mais parecia um filme de terror, estava chegando ao fim.
Pelo menos é o que eu pensava.
Eu e o Leo estávamos eufóricos, por sair, não estávamos seguros, eu sei. Mais eu poderia pelo menos tomar um banho.
E comprar outro celular ou mp4. O que seja.
Nós nos sentamos naquela madeira velha da canoa, e cada vez mais estávamos nos afastando daquele verde.
Fechei os olhos.
Não queria despertar.
Que estranho.
Estava tentando sonhar, em pleno pesadelo.

Continua....

Pois é galere, o tempo pra ponha meus post ta tenso, mais eu do um jeitim, aah e Kelly muito brigado pela homenagem UHHUSAHUSAHUSAUHHUAS, galere inspiação ta quase zero, mais vamo ve né, qm sabe os textos fiquem legals XD

by;

Angel :D